Dois amigos, com experiências muito diferentes e ao mesmo tempo complementares, enxergavam o mesmo problema: o mercado de reformas ainda funcionava de um jeito fragmentado, desgastante e pouco eficiente para o cliente.
De um lado, Anderson Martins, hoje CMO e founder, trazia uma bagagem sólida em vendas, novos negócios, estruturação comercial e desenvolvimento de parcerias estratégicas.
Sua trajetória sempre esteve ligada à criação de soluções, ao entendimento profundo do cliente e à construção de operações com visão de crescimento.
Do outro, Alexandro Penteado, CEO e founder, já tinha uma carreira consolidada na engenharia, com passagem por grandes construtoras e atuação em áreas como projetos, orçamento, planejamento, qualidade, inovação e gestão de obras.
Ao longo dos anos, liderou operações complexas, estruturou processos e participou de empreendimentos de grande porte com foco em custo, prazo, qualidade e valor percebido.
Juntos, eles perceberam algo simples, mas decisivo: reformar um apartamento não precisava continuar sendo sinônimo de excesso de ruído, desencontro, retrabalho e insegurança.
Sumário
Um mercado que pedia mudança
Durante muito tempo, o modelo tradicional de reforma se apoiou em uma lógica descentralizada.
O cliente precisava falar com muitos profissionais, alinhar etapas separadas, lidar com informações desencontradas e assumir um peso que nem sempre deveria ser dele. Nesse cenário, faltava integração. Faltava método. Faltava clareza.
Foi dessa leitura que nasceu a Blink Reformei.
Não como mais uma empresa do setor, mas como uma proposta de transformação. A ideia era trazer para o mercado de reformas uma operação mais inteligente, centralizada e confiável, unindo visão de negócios, experiência do cliente e excelência técnica.
A força de duas experiências complementares
A origem da Blink também diz muito sobre o que a empresa é até hoje.
Anderson trouxe o olhar estratégico de negócio, relacionamento, expansão e construção comercial. Alexandro trouxe a profundidade técnica, a experiência em engenharia e a capacidade de estruturar processos com alto nível de qualidade.
Essa combinação ajudou a formar a base da Blink: uma empresa que entende que crescer exige tanto visão quanto execução. Tanto proximidade com o cliente quanto domínio operacional.
Mais do que abrir uma empresa, os dois decidiram responder a uma dor real do mercado com um modelo mais moderno e mais coerente com o que o cliente precisa.
Mais do que reformar, simplificar
A Blink nasceu para simplificar.
Simplificar a jornada. Simplificar a tomada de decisão. Simplificar um processo que, por muitos anos, foi tratado como naturalmente complicado.
Esse propósito continua presente na forma como a empresa pensa sua operação, organiza seus fluxos e constrói sua cultura. Para quem trabalha aqui, isso significa fazer parte de uma empresa que nasceu para resolver um problema de verdade. Para quem olha a Blink de fora, significa encontrar uma marca que foi construída com intenção, repertório e visão de longo prazo.
O que essa origem revela sobre a Blink
Toda empresa carrega uma história no seu começo.
No caso da Blink Reformei, essa história começa com duas pessoas experientes, um incômodo legítimo com o modelo tradicional e uma decisão clara de fazer diferente.
A Blink nasceu porque havia espaço para evoluir o mercado. Nasceu porque era possível unir engenharia, estratégia e experiência em um formato mais eficiente. E nasceu porque Anderson e Alexandro entenderam, antes de muitos, que o cliente precisava de mais do que reforma: precisava de organização, confiança e direção.
Conclusão
Entender por que a Blink nasceu ajuda a entender quem somos hoje.
Somos resultado de uma visão crítica sobre o mercado, da união entre negócio e engenharia e da vontade de construir algo mais sólido, mais inteligente e mais alinhado ao que o cliente realmente precisa.
É essa origem que continua sustentando a nossa forma de crescer.


